domingo, 2 de novembro de 2014

Dia de Finados

Homenagem aos nossos mortos

Aqueles que amamos nunca morrem, 
Apenas partem antes de nós


Aqui jaz Elias, o mais recente fiel defunto a ser levado à última morada, em São Cornélio, no Dia de Todos os Santos.



Morada do silêncio


Em Argemil e São Cornélio, como manda a tradição, a ida ao cemitério foi no Dia de Todos os Santos, para acender velas e colocar flores nos túmulos dos familiares falecidos.





Ermezindo
Pelos caminhos difíceis que rasgaste com a enxada da coragem, temperada pela emoção,
deixaste raízes onde se erguem árvores,
testemunhos da tua passagem
e ficam em nós as marcas saudosas dos teus passos
Esposa e filhos





Lucinda

Le temps passe / o tempo passa
Le souvenir reste / a lembrança fica

Texto em francês, a recordar que São Cornélio é terra de emigração.


















Cemitério de Travancas


Casal de Argemil  embelezando a campa de parentes sepultados em Travancas.









Agostinho
Para nós não morreste, viverás para sempre no nosso coração.



“A memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de confiante esperança, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano...



...porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus”.
Papa Francisco



Procissão até ao cemitério
Pelo caminho rezou-se o terço


"O cemitério é um “lugar de repouso”, à espera do despertar final, e foi o próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual ele nos desperta".



“É, pois, com esta fé que devemos olhar para os túmulos dos nossos entes queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”.
Papa Francisco



Fim das orações


É hora de partir...



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